Não importa a função que você exerça ou a profissão que você atue: a prática regular de Yôga proporciona uma proverbial gama de efeitos colaterais que aumentam o seu rendimento em todas as áreas. Quer alguns exemplos?
Os ásanas (técnicas corporais) promovem melhor irrigação cerebral pelas posições invertidas; consciência corporal e coordenação motora.
Os pránáyámas (técnicas respiratórias) fornecem uma cota extra de energia vital e ajudam a administrar nossas emoções.
Os mantras (vocalizações de sons e ultra-sons) além de uma série de efeitos também ajudam a obter o aquietamento das ondas mentais para conquistar uma boa concentração e meditação.
O samyama (concentração, meditação e outros estados mais profundos) proporciona a megalucidez e o autoconhecimento.
Esses efeitos, e muitos outros, são simples consequencias de técnicas. E para se obter um efeito mais amplo devemos praticar as técnicas em conjunto em uma prática completa denominada ashtánga sádhana, uma prática dividida em oito partes, a saber: mudrá, pújá, mantra, pránáyáma, kriyá, ásana, yôganidrá e samyama.
Muitos de meus alunos praticam Yôga visando também um auxílio para serem aprovados em concursos, exames e vestibulares. Dias atrás saiu uma reportagem ressaltando a importância das técnicas do Yôga no auxílio aos candidatos a concursos. Confira na íntegra:
Yôga auxilia candidatos a concursos
Concursos públicos estão novamente em alta: os benefícios e a segurança da estabilidade atraem um público cada vez maior. Neste cenário, quem possui diferenciais no momento de realizar uma prova pode sair na frente. Além de estudar muito, uma atividade que pode ajudar o postulante a cargos públicos é praticar SwáSthya, o Yôga Antigo.
A prática deste método – principalmente os mantras, os exercícios respiratórios e a meditação – auxiliam a concentração e a não-dispersão, deixando o candidato muito mais focado. Ou seja, ele se concentrará melhor nos estudos e também no momento da prova, fator que pode ser decisivo para responder com atenção às questões.
Foram exatamente esses benefícios que Valéria Neiva, 31 anos, praticante de SwáSthya desde março, pôde comprovar. Recentemente ela foi aprovada nos concursos da Caixa Econômica Federal (CEF) e da Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel), e aguarda ser chamada.
De acordo com Valéria, o Yôga ajudou principalmente a gerenciar a ansiedade na véspera da prova. “Além disso, é muita matéria para estudar em pouco tempo. Enquanto estudava, os exercícios de respiração funcionaram muito bem para ajudar na concentração”, conta.
Reforço emocional
“Além do aumento da concentração, destaco também o domínio emocional. Muitas vezes o candidato peca por ficar nervoso”, explica Nilzo Andrade Jr., vice-presidente da Federação de Yôga do Paraná e diretor da Uni-Yôga Champagnat. “Quando estamos emocionados, perdemos a concentração e não raciocinamos corretamente. O nosso método contribui de forma eficaz para estabilizar as emoções”, complementa.
Os ásanas – posições que trabalham os músculos do corpo, também colaboram para devolver o bem estar no momento de fazer a prova. As conseqüências aparecem não só para quem precisa prestar outros tipos de exames, como o da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
“Praticando há três anos, posso dizer que desenvolvi uma consciência corporal muito completa, o que ajudou a me sentir confortável ao passar cinco horas sentada em um sala, fazendo prova”, explica Suzane Portillo, 24 anos. Ela foi aprovada na primeira fase do exame da OAB e diz que o SwáSthya lhe confere maior autoconfiança.
Além de gerar maior concentração, consciência corporal e controle emocional, a prática de uma atividade como esta, em ambiente agradável, com pessoas cultas e divertidas, também contribui para que o candidato quebre a desgastante rotina de estudos.
Foram exatamente esses benefícios que Valéria Neiva, 31 anos, praticante de SwáSthya desde março, pôde comprovar. Recentemente ela foi aprovada nos concursos da Caixa Econômica Federal (CEF) e da Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel), e aguarda ser chamada.
De acordo com Valéria, o Yôga ajudou principalmente a gerenciar a ansiedade na véspera da prova. “Além disso, é muita matéria para estudar em pouco tempo. Enquanto estudava, os exercícios de respiração funcionaram muito bem para ajudar na concentração”, conta.
Reforço emocional
“Além do aumento da concentração, destaco também o domínio emocional. Muitas vezes o candidato peca por ficar nervoso”, explica Nilzo Andrade Jr., vice-presidente da Federação de Yôga do Paraná e diretor da Uni-Yôga Champagnat. “Quando estamos emocionados, perdemos a concentração e não raciocinamos corretamente. O nosso método contribui de forma eficaz para estabilizar as emoções”, complementa.
Os ásanas – posições que trabalham os músculos do corpo, também colaboram para devolver o bem estar no momento de fazer a prova. As conseqüências aparecem não só para quem precisa prestar outros tipos de exames, como o da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
“Praticando há três anos, posso dizer que desenvolvi uma consciência corporal muito completa, o que ajudou a me sentir confortável ao passar cinco horas sentada em um sala, fazendo prova”, explica Suzane Portillo, 24 anos. Ela foi aprovada na primeira fase do exame da OAB e diz que o SwáSthya lhe confere maior autoconfiança.
Além de gerar maior concentração, consciência corporal e controle emocional, a prática de uma atividade como esta, em ambiente agradável, com pessoas cultas e divertidas, também contribui para que o candidato quebre a desgastante rotina de estudos.
Fonte: contato@fccomunicacao.com.br
Via: Paran@shop
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