Fazer boas escolhas nem sempre é fácil. Aliás, não é nada fácil! Justamente porque algumas escolhas que fazemos não são as melhores, o que resulta numa série de consequências, as vezes nem tão agradáveis, e por certo, desastrosas.

No entanto a natureza é implacável, escolhas são nescessárias, não há saída. Quem não escolhe já tomou o seu partido: não escolher! Então, já que as escolhas fazem parte do nosso cotidiano, procuremos fazê-las da melhor forma possível para que ocorram de acordo com os nossos princípios, dentro da ética e de preferência, que não prejudiquem ninguém.
Não quero aqui determinar qual escolha é a mais certa. A nossa liberdade de escolha é o nosso bem mais precioso. Sendo assim, elas devem ser definidas pelo bom senso e nível de lucidez de cada um.

Fato é que, a medida que vamos ampliando a nossa consciência temos uma percepção maior daquilo que pretendemos e de onde queremos chegar.
Com uma visão mais expandida podemos escolher uma forma de relacionamento mais harmoniosa com a nossa família, nosso par afetivo, nossos amigos, desamigos, colegas de trabalho e vizinhos; podemos escolher uma profissão mais gratificante e que nos realize em todos os aspectos; podemos optar por uma alimentação mais adequada à nossa proposta de vida e ao nível de saúde que queremos atingir; podemos adotar uma forma de exercitar o nosso corpo com técnicas mais inteligentes e dinâmicas, podemos cultivar hábitos de vida mais benéficos, melhorando a auto-estima e produtividade.
E como conseguimos projetar nosso nível de lucidez e consciência para esse patamar acima da média? Através de uma metodologia completa e extremamente eficiente que está acessível a todos aqueles que já buscam um estilo de vida mais saudável.
Viver assim já é possivel. É tudo uma questão de escolha!
Julio Simões é instrutor do Método DeRose, ministra práticas para grupos e personal trainer.
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Grande Rômulo, você disse tudo. Há uma gama de opções, não é mesmo?!
Aquele abraço.
Belo post Júlio!
Sabe o que dificulta também os atos de escolha? Reducionismos e extremismos, aquela velha estória do ou tudo ou nada, ou 8 ou 80. Quando, como você falou, ampliamos nossa consciência, percebemos que entre 8 e 80 há 72 maneiras diferentes de se fazer algo…
Grande abraço
Rômulo Justa
Oi querido!
Lindo o post! Estava precisando ler algo assim hoje.
Te amo muito! Saudadi (só pra variar..hihi)
Beijinho